sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Porquê, plantas autóctones?

Foto: Hera - Hedera helix
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- comportamento ambiental adequado, tendo em vista a preservação, valorização e conservação da biodiversidade;
- espécies resistentes à secura, aos vários tipos de solos, para serem utilizados na restauração de sistemas ecológicos;
- garantia de adaptabilidade das espécies selecionadas;
- sustentabilidade das espécies verdes;
- espécies com baixos custos de manutenção;
- vertente ecológica e de sustentabilidade;
- espécies com maior potencialidade para a regeneração natural.

Ideias Sigmetum

domingo, 11 de dezembro de 2011

Flora e Vegetação do Barrocal Algarvio

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Título: Flora e Vegetação do Barrocal Algarvio (Tavira-Portimão)
Edição e Coordenação: Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
Autores: Carlos J. Pinto Gomes e Rodrigo J. P. Paiva Ferreira
Edição: 2005
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E porque não oferecer um livro a si próprio neste Natal?
E se o livro for gratuito e estiver apenas à distância de um clique de rato?
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“A obra Flora e Vegetação do Barrocal Algarvio (Tavira – Portimão) é um contributo científico e pedagógico de inestimável valor para o conhecimento aprofundado da cobertura vegetal de uma importante parcela do território português que, neste campo, se encontrava cientificamente deficitária e que, a partir de agora, poderá ombrear com as regiões mais favorecidas da Península Ibérica, sob os pontos de vista florístico, fitossociológico, sinfitossociológico e geossinfitossociológico. (…)” (do prefácio)
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Faça o download deste livro clicando aqui.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011



Foi publicada no dia 7 de Dezembro mais uma edição da revista PARQUES E VIDA SELVAGEM.
Trata-se de uma excelente revista... ainda por cima gratuita!
As traves-mestras desta publicação são a educação ambiental e a conservação da natureza.
A revista PARQUES E VIDA SELVAGEM é produzida trimestralmente pelo Parque Biológico de Gaia.
Obtenha o seu exemplar digital (Acrobat reader ) clicando aqui.
Também aqui poderá obter os números anteriores.
Rafael Carvalho / Dez2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Imagem de fundo

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A imagem de fundo do cabeçalho deste blogue, constitui uma coletânea de fotografias da minha autoria. Em grande formato, tenho-as expostas na minha casa.
O meu afeto pelas plantas autóctones já vem de longe…

1 – Esteva - Cistus ladanifer / Armamar
2 – Carrasco - Quercus coccifera / Serra da Boa Viagem
3 – Selo-de-Salomão - Polygonatum odoratum / S. Pedro de Moel
4 – Pilriteiro - Crataegus monogyna / Serra da Boa Viagem
5 – Madressilva – Lonicera sp. / Serra da Boa Viagem
6 – Cardo Amarelo - Carlina corymbosa / Serra da Boa Viagem
7 – Sargacinha – Halimium sp. / Serra da Boa Viagem
8 – Lavapé (?) - Cheirolophus sempervirens (?) / Serra da Boa Viagem

Rafael Carvalho / Dez2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"Mondego", um documentário de Daniel Pinheiro

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No âmbito do mestrado em Produção de Documentários de Vida Selvagem na Universidade de Salford, Daniel Pinheiro realizou um documentário sobre a vida selvagem no Rio Mondego. O jovem realizador esteve no estúdio da ESECTV para falar sobre a produção deste filme.
Veja o documentário na integra, clicando aqui.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Floresta, muito mais que árvores

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Este manual vem no seguimento do "Guião de Educação Ambiental: conhecer e preservar as florestas", editado pelo Ministério da Educação em conjunto com a ex-Direcção-Geral dos Recursos Florestais, atual Autoridade Florestal Nacional.
Procura disponibilizar aos professores e educadores ambientais ferramentas que os ajudem a explorar a temática florestal na sua prática educativa, junto de públicos de diversas idades e integrando diferentes perspetivas. Para isso, reúne um conjunto de sugestões de atividades práticas, precedidas de informações sobre as florestas e de algumas questões de ordem pedagógica ligadas à educação ambiental.
Descarregue o ficheiro (7,8 MB) clicando aqui.

Bola de musgo suspensa




Tendo-me sobrado musgo após ter feito o presépio, decidi construir a bola das imagens.
Comecei por fazer uma esfera oca em arame. A estrutura foi posteriormente recheada com musgo.
Distribuí diversas espécies de Sedum autóctone pela pele da esfera, bem como outras suculentas. Dei um especial destaque às sempre-vivas. Rematei superiormente o globo com um feto apanhado no muro lá de casa. Inferiormente dependurei uma Tillandsia.
Nos casos em que tal se afigurou necessário, o totó da minha falecida avó Maria serviu-me como fonte de inspiração – em jeito de gancho, para prender as plantas usei grampos de arame que eu próprio construí.
Após uma chuvada senti curiosidade em sentir o peso da bola. Como se de uma esponja se tratasse, é extraordinária a capacidade que o musgo tem para reter a água.
Vou aguardar que a estrutura evolua. Darei depois mais novidades.

Rafael Carvalho / Dez2011

Mais fontes de inspiração clicando AQUI e AQUI.