sábado, 14 de janeiro de 2012

O charco do meu jardim (I)

+
Possuir um charco é para mim a concretização de um sonho de infância.
Se a água sempre me atraiu, a vida que em torno dela existe, também.
Uma rã aqui, um tritão acolá, o voo rasante de uma libélula, uma ave sedenta…
Há quem sonhe com um lago no jardim. Não era bem isso que eu queria. O que eu desejava mesmo era um charco. E quanto mais natural melhor.
Num mundo cada vez mais higienizado, a construção de um charco é algo de impensável para o comum dos mortais. O termo charco chega a ter, infelizmente, conotações negativas. Quem não conhece a expressão «foi ao charco»?!
Iniciei a construção do meu charco em 2010. Haveria melhor forma de assinalar o Ano Internacional da Biodiversidade? Um charco proporciona alimento e refúgio a imensas espécies animais e vegetais, sendo pois um “hotsopt” de biodiversidade no meu jardim. A presença de um lago facilita a dispersão dos organismos.
Algumas espécies animais que ocorrem em charcos (anfíbios, libélulas, …) ajudam a controlar as pragas agrícolas. Na realidade um parque ou um jardim sai sempre valorizado na presença de um espelho de água, local de contemplação.
(continua)
Rafael Carvalho / dez2011

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

"A docente do IPCB/Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB) Luisa Nunes acaba de lançar a agenda anual Diário da Natureza 2012, publicação que já vai na quarta edição e que todos os anos tem uma temática diferente.
+
O Diário da Natureza 2012 tem 54 ilustrações, a aguarela e guache, e é dedicado à vida dos rios, riachos e charcos, hoje em dia tão ameaçados por barragens, ocupação agrícola, poluição, entre outros.
+
Editado pela Planeta Vivo, em cooperação com o CIBIO, o Diário da Natureza 2012, de Luisa Nunes, foi apresentado ao público na Livraria Bertrand do Forum de Castelo Branco no dia 17 de Dezembro 2012."
Fonte: cienciapt.net
2011-12-20

sábado, 31 de dezembro de 2011

Câmara de Barcelos abateu carvalho centenário


"Neto do falecido" já ocupa o lugar do carvalho centenário abatido esta terça-feira
+
Chegou ao fim, esta terça-feira, a "novela" do carvalho centenário de Barcelos. Instalado há mais de cem anos na freguesia de Barcelinhos, na entrada da ponte medieval de Barcelos, o carvalho gerou controvérsia após a autarquia barcelense ter decidido pelo abate da árvore.
+
Razões de segurança e o avançado estado de "doença" do carvalho foram as motivações para o corte, apesar de muitos acharem a medida errada.
+
Nem uma petição com centenas de assinaturas demoveu a autarquia de Barcelos. Esta terça-feira, logo pelas sete da manhã e com escolta da GNR, começou o abate.
+
O velho carvalho foi substituído por um outro carvalho, mais novo, e já apelidado de "neto do falecido".

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Conhecer e preservar as florestas - Guião de Educação Ambiental

+
Este guião resulta de um trabalho de parceria entre a ex-DGRF e a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, e assume-se como um contributo valioso para o domínio da educação ambiental e florestal.
Destina-se aos educadores e docentes, disponibilizando um conjunto de materiais pedagógicos de apoio à exploração desta temática em contexto escolar.
Descarregue o documento (2,7 Mb) clicando aqui.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Carvalho roble em Entre-os-Rios



+
Foto: Carvalho roble – Quercus robur
Descobri o carvalho da imagem por um mero acaso. Com 24 metros de diâmetro de copa e 3,5 metros de perímetro à altura do peito, encantou-me o personagem.
Imaculadamente são, a pujança deste exemplar é absolutamente avassaladora. Não conheço na região outro capaz de lhe fazer frente.
Quantos anos terá? Que histórias sob a sua copa terá testemunhado?
Rafael Carvalho / dez2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O Sobreiro, Árvore Nacional de Portugal

+
“Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal.
 (…)
 É um dia histórico para Portugal ou, como tão bem disse hoje, no Parlamento, o deputado Miguel Freitas:
.
A partir de agora, sempre que se abaterem sobreiros, não se abate apenas uma espécie protegida, abate-se um símbolo da nação..
(…)
 Viva o sobreiro!”.
 Texto e foto retirados do site da associação “
Árvores de Portugal”.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011