domingo, 22 de abril de 2012

Dia da Terra

Bandeira não-oficial do Dia da Terra: O Planeta sobre um fundo azul.
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O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.
Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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A criação do meu jardim autóctone, que se pretende biodiverso, pretende mitigar a minha existência.
Hoje, Dia da Terra, ao acordar fui presenteado com um bando de verdilhões. Depenicavam as flores e as sementes dos meus alecrins.

sábado, 21 de abril de 2012

Explodiram os rosmaninhos do meu jardim…



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Explodiram (de cor) os rosmaninhos do meu jardim. Plantados há dois anos, revelam agora o seu intenso vigor.
A custo zero, transplantei-os da valeta diretamente para o jardim.
Quanto a manutenção, nada de água, apenas uma poda lá para o outono. A poda é indispensável na conservação da sua exuberância.
Nesta altura do ano é grande o frenesim em torno dos rosmaninhos. Abelhas, abelhões e outros insetos úteis acotovelam-se. Disputam o néctar entre si.
No meio dos rosmaninhos (Lavandula stoechas) plantei sanganhos (Cistus psilosepalus). Brevemente também estes me presentearão com as suas alvas flores. Adquiridos na berma, custaram o mesmo que os rosmaninhos.
Rafael Carvalho / abr2012

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Florescem os meus tremoceiros-bravos


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Já espreitam as flores dos meus tremoceiros-bravos (Lupinus angustifolius). Esta espécie autóctone ocorre sobretudo na faixa interior do país.
Tremoceiros bravos não significa propriamente que mordam. São bravos por oposição aos domesticados mansos, os tais cujo fruto - o tremoço, se come acompanhado de uma cervejinha.
Vistos de cima os tremoceiros-bravos dão uma bela fotografia!
Rafael Carvalho / abr2012

domingo, 15 de abril de 2012

Curso de Introdução aos Anfíbios e Répteis de Estremoz

 

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O Centro de Ciência Viva de Estremoz convida-o a participar no próximo sábado dia 21 de Abril no Curso de Introdução aos Anfíbios e Répteis de Estremoz. Depois se uma sessão teórica nas instalações do Centro de Ciência Viva vamos partir à aventura em duas saídas de campo uma diurna e outra nocturna! Para quem não mora perto de Estremoz o Centro de Ciência Viva propõe que fiquem alojados no Convento das Maltesas onde as dormidas custam entre 5 e 12,5 euros com acesso a cozinha. Mais informações em
www.estremoz.cienciaviva.pt
http://anfibioserepteis.blogspot.pt

quinta-feira, 12 de abril de 2012

III Congresso Ibérico do Lobo

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A Associação Galega de Custódia do Território (www.custodiadoterritorio.org) em colaboração com o Grupo Lobo, Portugal (http://lobo.fc.ul.pt) estão a organizar o III Congresso Ibérico do Lobo (realizado anteriormente nos anos de 1997 e de 2005). Os temas principais do Congresso serão a ecologia, gestão e conservação das populações de lobo ibérico (Canis lupus signatus).
Convidam-se investigadores, representantes de entidades governamentais ou de organizações sem fins lucrativos e outros interessados na ecologia e conservação deste carismático carnívoro, a participar e contribuir com ideias,
opiniões e resultados de investigações recentes.
Mais informações em http://lobo.fc.ul.pt/ e http://www.iiicongresolobo.org/.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A sebe do meu jardim (III)


(clique na imagem para ampliar)
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Continuo mostrando aspetos da sebe do meu jardim. Pela primeira vez surgem o rosmaninho e o zimbro oxícedro.
O rosmaninho é frequente na região. Já quanto ao oxícedro, existem na zona vários exemplares selvagens cuja dimensão, tendo em conta os meus recursos – pá, picareta e enxada, não permite o seu transplante.

Desde sempre sonhei ter um zimbro no meu jardim, arbusto emblemático no Douro. Resolvi o problema trazendo dois pequenos exemplares de Valpaços, aquando da visita a casa de um amigo.
Para além de garantir a preservação da Natureza, as sebes naturais ajudam a manter as características culturais da paisagem.
Rafael Carvalho / abr2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A sebe do meu jardim (II)



(clique na imagem para ampliar)
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Na sequência da floração dos meus abrunheiros-bravos, mostro as presentes imagens.
Os arbustos à direita já aqui tinham aparecido num post anterior.
O meu terreno tem duas frentes para duas estradas, cada frente com perto de uma centena de metros de extensão. De forma gratuita, embora com muita dedicação e trabalho, plantei nas duas frentes uma sebe com arbustos autóctones - várias dezenas de espécies.
O uso de arbustos autóctones permite uma maior interação com a fauna local, por lhes fornecer não só abrigo como também alimento.
Uma sebe formada por espécimes vegetais autóctones é interessante em qualquer altura do ano: as diferentes espécies não florescem todas ao mesmo tempo; as flores presentes têm cores e formas diversas; umas plantas são de folha caduca, enquanto outras possuem folha persistente; no outono surgem os frutos;….
Como as plantas autóctones estão perfeitamente adaptadas às condições locais, não carecem de cuidados especiais na sua manutenção. Após o primeiro ano dispensam a rega.
Os arbustos autóctones, obtive-os no monte a custo “zero”.
Espero que o meu jardim tenha um papel ativo na manutenção da biodiversidade local.
Rafael Carvalho / abr2012