terça-feira, 9 de outubro de 2012

Workshop sobre Plantas Autóctones

Data: 16 de março de 2013
Horário: 10:00-12:00
Horas de formação: 2 horas
Nº participantes: 8 (mínimo) e 20 (máximo)
Preço: 20 €
Formador: Arqº Pais, Filipe Tavares Soares
Nota: curso dado nos viveiros da SIGMETUM na Tapada da Ajuda em Lisboa
Conteúdo Programático:
Vantagens do uso de plantas autóctones.
Espécies autóctones nos jardins. Visita ao viveiro - explicações sobre o processo produtivo desenvolvido pela SIGMETUM: Investigação / Recolha de sementes / Tratamento / Armazenamento / Produção.
Elaboração de uma sementeira.
Oferta de uma planta.
Obtenha uma ficha de inscrição clicando aqui.

sábado, 6 de outubro de 2012

Sementeira de Trovisco

  
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Num post recente lamentava-me de nunca ter conseguido reproduzir o trovisco (Daphne gnidium), motivo da sua ausência no meu jardim.
Não vou desistir, segue-se mais uma sementeira. Se tiver sucesso, daqui a um ou dois aninhos darei novidades.
Rafael Carvalho / out2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A sebe do meu jardim (V)


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As imagens que hoje apresento, referem-se a um mesmo trecho das várias dezenas de metros que constituem a sebe que limita o meu jardim. Escassos meses separam as imagens - outono e primavera de 2012.
Uma sebe formada por arbustos autóctones apresenta grandes variações ao longo do ano. Os diferentes arbustos têm diferentes períodos de floração e de frutificação. As flores e respetivos frutos possuem diferentes formas distribuindo-se as suas cores por toda a paleta cromática.
À diversidade vegetal associa-se a multiplicidade animal. Os arbustos não só dão abrigo como alimento a uma miríade de animais – moluscos, insetos, anfíbios, répteis, mamíferos e aves.
Rafael Carvalho / out2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Florestar Portugal 2012

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Os benefícios que as florestas proporcionam, não permanecem apenas no local onde as árvores se encontram. Ao afectarem de forma positiva os sistemas naturais globais, disponibilizam benefícios para toda a Humanidade. Por isso estamos a construir uma “Floresta Comum”, para todos e por várias gerações.

A AFN – Autoridade Florestal Nacional, o ICNB – Instituto de Conservação da Natureza, a ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza estabeleceram uma parceria com vista à criação de um programa de incentivo à reflorestação com floresta autóctone portuguesa, o FLORESTA COMUM.

A AMO Portugal em parceria com o "Floresta Comum", coordenado pela Quercus, pretende contribuir activamente e nesse sentido, vamos APROXIMAR todos os CIDADÃOS (e especialmente os JOVENS) DA FLORESTA!

No dia 24 de novembro vamos FLORESTAR PORTUGAL com árvores autóctones:
Freixo,
Azereiro,
Azinheira,
Medronheiro,
Carvalho-negral,
Carvalho-português,
Castanheiro, Cerejeira,
Carvalho-alvarinho, Amieiro,
Sobreiro, Borrazeira-preta,
Sabugueiro,
Vidoeiro,
Ulmeiro
 
Ver mais clicando aqui

domingo, 30 de setembro de 2012

Louva-a-deus no meu jardim...

  
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A bicharada parece ter um gosto especial pelo meu jardim, ficando eu satisfeito com isso. Desta feita, mesmo em frente ao meu portão de entrada, o louva-a-deus da imagem elegeu a minha roseira brava como seu território de caça.
Com o seu aspeto alienígena, os louva-a-deus sempre me surpreenderam.
Rafael Carvalho / set2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Trovisco (Daphne gnidium)





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Se existem plantas nativas suscetíveis de incluir no rol das ornamentais, o trovisco é sem sombra de dúvida uma delas.
Recorrendo à arte da topiaria, quantas vezes nos nossos jardins vemos bolas de buxo? Ora a natureza do trovisco já lhe confere o formato esférico. Uma vez plantado, mantem-se a bola a custo zero!
Existem empresas especializadas em plantas autóctones que vendem o trovisco. A lisboeta
Sigmetum vende-o a 2,5€ o vaso.
Aqui no Norte confesso que nunca vi um trovisco à venda. Por sementeira ou mesmo por transplante, já fiz várias tentativas de o reproduzir, todas elas sem sucesso.
Os meus vizinhos cortam os troviscos que nascem nos seus terrenos. O da imagem escapou. Grande frustração a minha. Dá deus nozes a quem não tem dentes!…
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Nome vulgar: trovisco; trovisco-fêmea; erva-de-joão-pires; gorreiro; lauréola-macha; mezereão-menor; trovisqueira; matapulgas.
Família botânica: Thymelaeaceae.
Nome científico: Daphne gnidium.
Distribuição Geral: Sul da Europa, Região Mediterrânica e Macaronésia.
Distribuição em Portugal: Presente em todas as regiões de Portugal continental.
Habitat: Matos, matagais e terrenos incultos
Floração: junho - outubro
Características: Arbusto sempre verde que pode atingir até 1,5 m de altura, muito ramificado a partir da base. Possui ramos rígidos mas flexíveis, formando uma copa arredondada. As folhas coriáceas dispõem-se de forma alternada umas em relação às outras. São lineares a lanceoladas, terminando em ponta aguda. As inflorescências, em cacho, encontram-se em posição terminal. O fruto é carnudo, globoso, em princípio verde, depois laranja-avermelhado brilhante, possuindo um única semente ovóide.
É ornamental pela sua forma e tom da folhagem. Os frutos do trovisco são apreciados pelas aves, contribuindo para aumentar a biodiversidade do jardim.
Indiferente ao tipo de solo, é contudo mais frequente em solos ácidos e secos.
Rafael Carvalho / set2012

domingo, 23 de setembro de 2012

Nenúfar-branco na Vela



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Dediquei este verão alguns posts à Lagoa da Vela. Com o nenúfar-branco, verdadeiro rei, termino por agora.
Rafael Carvalho / set2012