terça-feira, 30 de abril de 2013

Entre o céu e as marés - de Daniel Pinheiro

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No passado dia 21 de abril passou na SIC o documentário "Entre o céu e as marés". Vi e gostei...

Realizador: Daniel Pinheiro
Duração: 25 minutos
Género: Curta-metragem | Documentário
Ano: 2012

Sinopse: O estuário do Sado constitui uma das principais zonas húmidas de Portugal. 
Separado do oceano pelo extenso cordão dunar da península de Tróia, o estuário proporciona características excepcionais à vida selvagem, principalmente às aves aquáticas. Aqui podemos observar cerca de metade das espécies de aves existentes em todo o país. 
O documentário revela a vida das aves nos vários habitats do estuário e a forma como é condicionada pela grande força motriz deste ecosistema - as marés.

A versão completa do filme (25:25) poderá ser visualizada clicando aqui

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Prado florido, um desejo para o meu jardim (I)…



  

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Em Armamar, zona de planalto onde resido, a fruticultura é praticada de forma intensiva. 1/3 da produção nacional de maça encontra-se em Armamar. Há alguns anos dizia-se que existiam em Armamar cerca de 700 macieiras por cada residente. Com o aumento da área afeta à macieira e com a sangria de habitantes quer para o estrangeiro, quer para o litoral, o rácio atual de macieiras/residentes ainda será maior. 
Em Armamar a área dedicada à fruticultura deixa livre no seu interior muito pouco espaço para o mundo natural. Nas quintas ou na berma da estrada, em Armamar o herbicida é rei e senhor. Em contraciclo decidi pois construir um prado florido, mais um nicho de biodiversidade no meu jardim. 

Papoilas, tremoços-bravos, soagem, margaridas, … Desci ontem ao Douro. Por lá “cartografei” alguns locais onde lá mais para a frente poderei ir buscar sementes. Serão depois lançadas à terra no próximo outono. Daqui por um ano darei novidades, espero que boas.
Rafael Carvalho / abr2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

Pascoinha, ainda…


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Ouro vivo, segue ainda nesta fotografia a pascoinha do meu último post
Lá atrás espreita um dos meus lentiscos-bastardos. 
Rafael Carvalho / abr2013

sábado, 20 de abril de 2013

Perfumada Pascoinha…



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A pascoinha é para mim uma descoberta recente. Autóctone em Portugal está contudo ausente no Douro onde habito. O exemplar das imagens trouxe-o há dois anos de uma estação de serviço na A1, algures na zona Oeste de Portugal. Com porte semelhante ao da giesta, as pascoinhas salpicavam por lá os montes de dourado, o que me aguçou o apetite. 
Inebriados com o seu intenso e doce odor, no meu jardim a pascoinha é uma alegria para os insetos. E como eu os compreendo!... 
Rafael Carvalho / abr2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

Espargo-bravo-menor - é desta ou nunca!


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No meu jardim autóctone a taxa de sucesso na introdução de novas plantas é bastante alta. Existem contudo algumas espécies com que tenho tido alguns problemas - o espargo-bravo-menor (Asparagus acutifolius) é uma delas. 
Já tentei semear – não tive êxito. Já fiz alguns transplantes – não tive sucesso. 
Mais um ano e com ele faço uma nova tentativa. Transplantado diretamente da berma da estrada, com o exemplar das imagens estou mais confiante do que nunca. Os rizomas subterrâneos que o sustentam apresentavam-se bem gordinhos na altura do transplante. Será desta vez ou nunca! 
Rafael Carvalho / abr2013

domingo, 14 de abril de 2013

Prado do meu jardim


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É natural o prado do meu jardim. Depois de construir a casa e após remover o entulho das obras, limitei-me a alisar a terra. As sementes trouxe-as o vento. 
Já lá vão quatro anos e o prado está estabelecido. Despesas com água não tenho – nas estações favoráveis está verde, no verão está seco. Estas variações são naturais no nosso clima e seguem o curso das estações.
Quanto a manutenção, talvez três cortes por ano – se não rego o prado também o seu crescimento é limitado. O corte com a relvadeira é feito sem saco – como a matéria orgânica fica no terreno, dispensa-se o adubo. Se não passasse tanto tempo fora de casa, garanto que compraria uma cabra… 
Rafael Carvalho / abr2013

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Bichaneiras, no meu jardim…



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Estava florido há uns tempos o salgueiro do meu charco. Chegaram agora os frutos. 
Em Aveiro, de onde sou natural, chamam bichaneiras aos salgueiros, nome que sempre me intrigou. Com formato de bicho (pepino-do-mar talvez), compreendo agora eu melhor o porquê das bichaneiras. 
Rafael Carvalho / abril2013