sábado, 18 de maio de 2013

18 de Maio – Dia Internacional do Fascínio das Plantas


+
Estou fascinado!
Estou fascinado!
ESTOU FASCINADO!
Na imagem a coroa superior da inflorescência de um jacinto-das-searas, uma entre outras (quase todas) plantas autóctones do meu jardim.
Rafael Carvalho / mai2013

sexta-feira, 17 de maio de 2013

À volta das Orquídeas 3

+

Local: Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Viana do Castelo
Data: 25 de Maio de 2013
Programa: Clique na Imagem

terça-feira, 14 de maio de 2013

Dactylorhiza sulphurea – do monte para o meu jardim





+

Relativamente a orquídeas silvestres, tenho a Orchis morio perfeitamente instalada no meu jardim. Trouxe na altura alguns pés desta orquídea de uma colónia já desaparecida, na ocasião uma vinha abandonada onde veio a ser construído o Centro Escolar de Armamar. Não só o meu jardim ficou mais rico como também o espaço envolvente – as minhas Orchis morio já têm descendentes num terreno inculto, anexo ao meu, ganha a biodiversidade local. 

Tento desta feita a sorte com a Dactylorhiza sulphurea, presente no sub-coberto dos mortórios durienses. Claro que no meu jardim, para maior sucesso nesta operação, lhe arranjei um lugar a condizer. As orquídeas estabelecem através das suas raízes relações simbióticas com fungos – as chamadas micorrizas, pelo que o transplante em raiz nua é sempre arriscado. As minhas orquídeas foram pois transplantadas com torrão, servindo-me da minha pá-de-valar, o instrumento mais à altura desta missão. 

Rafael Carvalho / mai2013

sábado, 11 de maio de 2013

Desponta o meu charco…


As rãs já cantam. 
Após a invernia, desponta o meu charco. Brevemente fervilhará de vida. 
Rafael Carvalho / mai2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Florescem as estevas, do meu jardim…




+
Com muita pinta, ou mesmo sem ela, florescem as estevas do meu jardim. Cheirosas e particularmente belas, pena é o desprezo com que são tratadas noutros jardins. 
Rafael Carvalho /mai2013

domingo, 5 de maio de 2013

Vinca-maior (Vinca major)


+
Tive o meu primeiro contacto com a vinca ainda em miúdo. Em casa dos meus avós, sobre um amontoado de pedras, a vinca era rainha e senhora. De roxo tingida, surpreendia-me na altura a intensa cor das suas flores.
Uma vez no Alto-Douro, com o meu jardim a ser construído, a vinca não poderia ficar de fora.
Com o intuito de atapetar uma área semi-sombreada, com origem nas margens do Douro transplantei umas dezenas de pés de vinca para o meu jardim.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Nome vulgar: congonha; congoça; congossa-maior; congossa; congoxa; pervinca; pervinca-maior; vinca-maior.
Família botânica: Apocynaceae.
Nome científico: Vinca major.
Distribuição Geral: Sudoeste e Sudeste da Europa.
Distribuição em Portugal: principalmente no Norte e Centro.
Habitat: matos; ornamental; ripícola; sebes; valados; lugares húmidos e sombrios; margens dos campos.
Floração: março a junho.

Características:
A vinca é uma planta herbácea e perene, de ramagem rastejante. Possui caules longos através dos quais a planta se espalha formando raízes nos pontos em que eles tocam no solo, podendo por isso tornar-se invasiva.

Apresenta folhas brilhantes ovaladas ou cordiformes, coriáceas e opostas. Existem cultivares possuindo folhas com as margens matizadas de creme. Quando observadas à lupa, as folhas possuem cílios bastante evidentes em toda a margem, o que permite facilmente distinguir a Vinca major da Vinca difformis ou mesmo da Vinca minor.
As flores possuem cinco pétalas, são solitárias, axilares, de coloração roxo-azulada com o centro branco. 
A vinca forma rapidamente tapetes densos em áreas semi-sombreadas. Não tolera o calor intenso nem o pisoteio. 
Apresenta baixa necessidade de manutenção - apenas uma poda drástica uma vez por ano para a renovação da folhagem. Multiplica-se por sementes, estaca ou divisão da ramagem enraizada.
Rafael Carvalho / mai2013

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Armeria transmontana – um ramo endémico.

+
Excluindo as fruteiras de origem variada, que não dispenso, o meu jardim é constituído quase exclusivamente por espécies autóctones. Com a minha mulher a pressionar pela ausência de flores de corte convencionais, sou obrigado a improvisar.
Na imagem apresento um ramo de armérias – Armeria transmontana, um endemismo ibérico. Excetuando as armérias do meu jardim, só vi armérias transmontanas em meio natural. Brinco pois com a minha mulher dizendo-lhe ser a única no mundo a possuir um ramo desta espécie botânica (o mais curioso é que posso mesmo ter razão!). A haste floral da Armeria transmontana tem um comprimento que ronda os 40 cm, o que pode fazer dela uma excelente flor de corte. Em floricultura, não compreendo pois como ainda não é explorado o potencial da Armeria transmontana.
Rafael Carvalho / mai2013