sexta-feira, 14 de junho de 2013

Espécies arbóreas indígenas em Portugal continental

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Comemorando o Dia Internacional das Florestas de 2013, o ICNF publicou um guia de uso das espécies indígenas em Portugal Continental. 
Este guia – Espécies arbóreas indígenas em Portugal continental – tem como principal objetivo contribuir para o conhecimento das espécies arbóreas indígenas do Continente e fomentar a sua utilização nas arborizações na natureza e nos espaços urbanizados.
Descarregue o documento (4,3 Mb) clicando aqui.

terça-feira, 11 de junho de 2013

TSF - Um jardim botânico no coração da cidade

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"Nesta emissão vamos visitar o Jardim Botânico, criado, em Lisboa, no século XIX, com fins científicos. Com uma área de 4 hectares, este Jardim, integrado no Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, dispõe de espécimes vegetais, oriundos de diversas partes do mundo. As sementes de espécies raras e ameaçadas são preservadas no Banco de Sementes.
São convidados deste programa o historiador David Felismino, a bióloga Ireneia Melo, o arquiteto paisagista Mário Fortes e José Pedro Sousa Dias, diretor do Museu."
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Dedicado ao Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e emitido no dia 9 de junho de 2013, eis as palavras de apresentação do programa TSF “Encontros com o património”. Com a duração aproximada de 40 minutos, o programa completo poderá ser escutado na íntegra aqui.
Rafael Carvalho / nov2011

domingo, 9 de junho de 2013

Lírio-amarelos-dos-pântanos, outra vez…




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A vida continua...
Este ano os meus lírios-amarelos-dos-pântanos tornaram a dar ar da sua graça!
Ouro para os meus olhos e para quem na rua passa, entre tabuas, espadanas-de-água, juncos e outras que tais, as margens do meu lago não seriam as mesmas sem o brilho e a cor desta espécie de lírio aquático.
Rafael Carvalho / jun2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Os 10 mandamentos de Ribeiro Telles* para a criação de um jardim

Fotografia obtida aqui.
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1. A sublimação do lugar tornando-o feliz e ameno.
2. A presença de água, traduzida na sua serenidade estética, movimento ritmado e dinâmica musical.
3. A pujança da natureza compreendida na sua diversidade biológica e no ritmo de vida.
4. Esplendor de luz conseguido através do contraste sombra-claridade e da harmonia das cores.
5. A profundidade das perspetivas e o recorte dos sucessivos planos conseguindo valorizar distâncias e planos.
6. A integração na paisagem envolvente sempre que esta seja ordenada e bela.
7. Aceitar com base da conceção do jardim ou da paisagem a "ordem natural", ou seja da natureza liberta da aceção da sociedade humana.
8. Impor à ordem natural a ordem cultural que sublimará aquela em face do seu único utente: o homem.
9. Exaltar no jardim ou na paisagem a simplicidade no ordenamento das coisas, evitando a decoração pela decoração.
10. Um jardim e uma paisagem são fruto de conceções e projetos e nunca de arranjos ou decorações, pelo que a sua grandeza e beleza resulta no que lhes é essencial na medida certa.
in Revista Jardins nº 127 - Junho de 2013
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*Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles - Prémio Jellicoe dos Arquitetos Paisagistas

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Corpo de Deus sem giesta não seria o mesmo...





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A próxima quinta-feira não é feriado - anteciparam-se pois os festejos do Corpo de Deus para o domingo anterior.
Em Tões, aldeia do concelho de Armamar, engalanaram-se ontem as ruas com os seus tapetes floridos, coisa bonita de se ver. Com um amarelo intenso e vistoso, lá estavam as flores de giesta, planta autóctone abundante no espaço natural circundante.
Rafael Carvalho / jun2013

sábado, 1 de junho de 2013

Prado florido, um desejo para o meu jardim (III)…



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A pensar no meu prado florido, colhi mais algumas sementes.
O olho-de-boi (Coleostephus myconis?) foi desta vez o eleito. Este malmequer é frequente em ambientes ruderais, nomeadamente nas bermas de estrada, onde aliás a custo zero o fui buscar.
Rafael Carvalho / jun2013

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Roselha rosada, no meu jardim...


 

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Este ano fui uma vez mais presenteado com as flores da roselha-grande (Cistus albidus).
Desconchavada e sem interesse para o comum dos mortais, explode contudo de cor na primavera.
Mais uma planta a incluir no jardim dos portugueses. Pela parte que me compete, adicionei ao meu jardim mais meia dúzia de roselhas, a acrescentar a outras tantas que por lá já andavam.
Rafael Carvalho / mai2013