segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Separador de relva, digo prado…



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No meu jardim de autóctones também existe lugar para a organização.
Rosmaninhos, tojos, sanganhos, sargaços e sargacinhas, … junto a casa tenho uma bordadura em processo de instalação. Ora para delimitar a bordadura reaproveitei alguns esteios de madeira.
Esteios, fio de pedreiro para alinhamentos, cavilhas de barrote, marreta, broca e berbequim, foi tudo o que precisei.
A bordadura assim construída foi preenchida com vários centímetros de caruma. Assim se previne o aparecimento das ervas. 
Rafael Carvalho / nov2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Abrunheiro-bravo, do meu jardim...


 
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Após os medronhos da minha última mensagem, seguem-se os abrunhos-bravos.
No ano passado eram às centenas, se não mesmo aos milhares, os abrunhos-bravos do meu jardim. Este ano reduziram-se a escassas dezenas. Será da crise? Penso que não! Talvez da geada que se formou na época da floração.
Rafael Carvalho / nov2013

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Rubros medronhos…

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Já estão rubros, os medronhos do meu jardim.
Aqui no Douro o medronho é apelidado de morango. Os medronheiros são chamados de morangueiros.
Nesta altura do ano os medronhos consolam-me a vista. Consolado também fica o papo da passarada!...
Rafael Carvalho / nov2013

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Última flor, do meu charco...

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Última flor do meu charco, por este ano entenda-se.
Brevemente do nenúfar só restará o vaso. No interior do recipiente, o nenúfar (Nymphaea alba) enfrentará o repouso invernal. Ressuscitará de novo no alvor da primavera.
Também presente nesta imagem, o caniço (Phragmites australis) seguir-lhe-á os passos. No nosso território, um e outro estão presentes em ambientes aquáticos de água doce estagnada ou de corrente fraca (remansos de rios, charcos, lagoas). No meu jardim um e outro não poderiam faltar.
Rafael Carvalho / nov2013

sábado, 2 de novembro de 2013

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Espaços Verdes e Jardins Sustentáveis

Margarida Costa 
Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve 
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(…) São os nossos espaços verdes e jardins realmente amigos do ambiente?
(…)A escolha do elenco vegetal centrado em espécies autóctones ou mediterrâneas reduz a manutenção dos jardins, pois são espécies bem adaptadas às condições ecológicas locais, com necessidades hídricas reduzidas e menos susceptíveis a pragas e doenças. 
A grande quantidade de espécies autóctones existentes, arbóreas, arbustivas e herbáceas, torna-as valiosas como plantas ornamentais, utilizadas quer em jardins formais quer informais. Estas plantas apresentam valor ornamental, pela diversidade de cores, formas, texturas, portes, cheiros, floração prolongada, além de que algumas podem ser utilizadas como condimentares ou na preparação de infusões aplicadas a terapias diversas. (…)

Aceda ao artigo completo clicando aqui.

domingo, 27 de outubro de 2013

Loendro na despedida…



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Expondo as últimas flores deste ano, os meus loendros (Nerium oleander) ainda dão ar da sua graça.
Espécie ripícola, no Sul do país é fácil encontrar o loendro a marginar linhas de água.
Aqui no Norte não ocorre naturalmente. Curiosamente também aqui forma linhas serpenteantes,… no separador central da autoestrada.
A troco de nada, a sua longa floração alegra qualquer espaço, motivo pelo qual é amplamente usado em jardinagem.
Rafael Carvalho / out2013