quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Chegou o frio, ao meu jardim…


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Chegou o frio ao meu jardim, faz já algumas semanas.
Não me preocupo, porque a esmagadora maioria das plantas que possuo são autóctones e por isso resistentes às agruras do tempo.
Olhando para as imagens que hoje apresento, de cima para baixo temos um tojo (Ulex europaeus), uma gilbardeira, a folha de um carvalho roble e um sargaço. Cobertas de gelo, algumas plantas do meu jardim parecem polvilhadas de açúcar cristalizado.
Rafael Carvalho / dez2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Cornalheiras ao rubro!





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Relativamente às plantas autóctones durienses, a cornalheira (Pistacia terebinthus) está as entre as minhas favoritas.
Os rebentos primaveris da cornalheira possuem tons rubros, conferindo à paisagem um anacrónico aspeto outonal - trata-se apenas de um ensaio para a verdadeira explosão de cor presente no outono, visível aliás nas imagens que ora apresento.
Dentro da mesma espécie de folha caduca, as plantas parecem sincronizar a maturação das folhas. A cornalheira é uma exceção. Lado a lado vemos cornalheiras cujas folhas se inserem em todos os tons da paleta cromática outonal.
Beleza assim não poderia ficar à porta do meu jardim, onde tenho duas cornalheiras – a primeira fotografia é de uma delas. As restantes imagens obtive-as hoje na estrada que, marginando o Douro, liga a cidade da Régua à vila do Pinhão.
Rafael Carvalho / dez2013

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

23 de novembro -Dia da Floresta Autóctone

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Em Portugal e Espanha, no dia 23 de Novembro comemora-se o Dia da Floresta Autóctone. Esta efeméride pretende promover as nossas florestas nativas.
Ao semear/plantar espécies autóctones no dia 23 de Novembro, maximiza-se a taxa de sobrevivência em comparação com igual ação realizada no dia 21 de março, Dia da Árvore, criado inicialmente para os países do Norte da Europa.
Plantar em novembro favorece a instalação, dado que em março aumenta a temperatura e começam a escassear as chuvas.
Medronheiro, pilriteiro, folhado, carvalho-português, sobreiro, … A preservação das nossas espécies autóctones também depende de nós.
Quanto a mim, reservei para este dia a plantação do trovisco-macho (Euphorbia characias) que a imagem ilustra, um novo habitante do meu jardim. Para além do Alto-Douro onde habito, esta espécie também ocorre espontaneamente na franja litoral Centro/Sul do nosso território nacional.
Pasme-se com os atributos ornamentais desta espécie autóctone, clicando aqui.
Se no dia 23 de Novembro quiser contribuir e não sabe como, participe numa das diversas ações Florestar Portugal.
Rafael Carvalho / nov2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Separador de relva, digo prado…



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No meu jardim de autóctones também existe lugar para a organização.
Rosmaninhos, tojos, sanganhos, sargaços e sargacinhas, … junto a casa tenho uma bordadura em processo de instalação. Ora para delimitar a bordadura reaproveitei alguns esteios de madeira.
Esteios, fio de pedreiro para alinhamentos, cavilhas de barrote, marreta, broca e berbequim, foi tudo o que precisei.
A bordadura assim construída foi preenchida com vários centímetros de caruma. Assim se previne o aparecimento das ervas. 
Rafael Carvalho / nov2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Abrunheiro-bravo, do meu jardim...


 
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Após os medronhos da minha última mensagem, seguem-se os abrunhos-bravos.
No ano passado eram às centenas, se não mesmo aos milhares, os abrunhos-bravos do meu jardim. Este ano reduziram-se a escassas dezenas. Será da crise? Penso que não! Talvez da geada que se formou na época da floração.
Rafael Carvalho / nov2013

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Rubros medronhos…

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Já estão rubros, os medronhos do meu jardim.
Aqui no Douro o medronho é apelidado de morango. Os medronheiros são chamados de morangueiros.
Nesta altura do ano os medronhos consolam-me a vista. Consolado também fica o papo da passarada!...
Rafael Carvalho / nov2013