sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Cantinho das aromáticas, do meu jardim…

+
Uma horta é a última novidade do meu jardim.
Para facilitar a gestão do espaço, optei por construir um sistema de canteiros elevados.
Na bibliografia que tenho consultado, é unanime a opinião de que a presença de plantas aromáticas atrai insetos úteis e repele as pragas. Ora nas extremidades de cada canteiro da horta reservei espaço para as ditas ervas.
Usadas frequentemente como ingrediente culinário, planta medicinal ou aromatizante de chás e infusões, são várias as aromáticas que plantei. Pretendo ainda ampliar a coleção. Na imagem tenho duas delas, por sinal autóctones no território nacional – à esquerda a perpétua-das-areias (Helichrysum stoechas); à direita o algarvio rosmaninho-verde (Lavandula viridis).
Rafael Carvalho / dez2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Continua gelado, o meu jardim…

+
Todos os anos, pelo outono, presenteiam-me as zelhas com o colorido das suas folhas. Surgem desta vez debruadas a gelo, acentua-se o espetáculo!

+
A superfície do meu lago encontra-se congelada. Tabuas, lírios, juncos diversos,… a vegetação circundante aparentemente jaz sem vida.
Puro engano, lá para a primavera dos rizomas e raízes brotarão vigorosos rebentos!
+
Com um aspeto curioso está o meu tojo-gatenho (Ulex micranthus). Vestido de branco, parece mais manso (ou será menos bravo?).
+
As minhas giestas parecem transformadas em finas peças de cristal.
Tudo isto é efémero. Um ligeiro aumento de temperatura e tudo se vai…
Rafael Carvalho / dez2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Chegou o frio, ao meu jardim…


z



+
Chegou o frio ao meu jardim, faz já algumas semanas.
Não me preocupo, porque a esmagadora maioria das plantas que possuo são autóctones e por isso resistentes às agruras do tempo.
Olhando para as imagens que hoje apresento, de cima para baixo temos um tojo (Ulex europaeus), uma gilbardeira, a folha de um carvalho roble e um sargaço. Cobertas de gelo, algumas plantas do meu jardim parecem polvilhadas de açúcar cristalizado.
Rafael Carvalho / dez2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Cornalheiras ao rubro!





+
Relativamente às plantas autóctones durienses, a cornalheira (Pistacia terebinthus) está as entre as minhas favoritas.
Os rebentos primaveris da cornalheira possuem tons rubros, conferindo à paisagem um anacrónico aspeto outonal - trata-se apenas de um ensaio para a verdadeira explosão de cor presente no outono, visível aliás nas imagens que ora apresento.
Dentro da mesma espécie de folha caduca, as plantas parecem sincronizar a maturação das folhas. A cornalheira é uma exceção. Lado a lado vemos cornalheiras cujas folhas se inserem em todos os tons da paleta cromática outonal.
Beleza assim não poderia ficar à porta do meu jardim, onde tenho duas cornalheiras – a primeira fotografia é de uma delas. As restantes imagens obtive-as hoje na estrada que, marginando o Douro, liga a cidade da Régua à vila do Pinhão.
Rafael Carvalho / dez2013

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

23 de novembro -Dia da Floresta Autóctone

+
Em Portugal e Espanha, no dia 23 de Novembro comemora-se o Dia da Floresta Autóctone. Esta efeméride pretende promover as nossas florestas nativas.
Ao semear/plantar espécies autóctones no dia 23 de Novembro, maximiza-se a taxa de sobrevivência em comparação com igual ação realizada no dia 21 de março, Dia da Árvore, criado inicialmente para os países do Norte da Europa.
Plantar em novembro favorece a instalação, dado que em março aumenta a temperatura e começam a escassear as chuvas.
Medronheiro, pilriteiro, folhado, carvalho-português, sobreiro, … A preservação das nossas espécies autóctones também depende de nós.
Quanto a mim, reservei para este dia a plantação do trovisco-macho (Euphorbia characias) que a imagem ilustra, um novo habitante do meu jardim. Para além do Alto-Douro onde habito, esta espécie também ocorre espontaneamente na franja litoral Centro/Sul do nosso território nacional.
Pasme-se com os atributos ornamentais desta espécie autóctone, clicando aqui.
Se no dia 23 de Novembro quiser contribuir e não sabe como, participe numa das diversas ações Florestar Portugal.
Rafael Carvalho / nov2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Separador de relva, digo prado…



+
No meu jardim de autóctones também existe lugar para a organização.
Rosmaninhos, tojos, sanganhos, sargaços e sargacinhas, … junto a casa tenho uma bordadura em processo de instalação. Ora para delimitar a bordadura reaproveitei alguns esteios de madeira.
Esteios, fio de pedreiro para alinhamentos, cavilhas de barrote, marreta, broca e berbequim, foi tudo o que precisei.
A bordadura assim construída foi preenchida com vários centímetros de caruma. Assim se previne o aparecimento das ervas. 
Rafael Carvalho / nov2013