quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sementeira de Borragem

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Semear borragem foi o que fiz hoje, no meu jardim. Comprei as sementes no Brico E.Lecrec, a troco de um ou dois euros.
A borragem (Borago officinalis) é uma planta autóctone aromática, cultivada como verdura em muitos locais do mediterrâneo. Os seus talos e folhas comem-se cozidos ou em sopas. Com forma de estrela, as suas belas flores de cor violeta podem ser consumidas cruas em saladas, conferindo-lhe um aspeto sofisticado. A borragem tem um aroma suave e um sabor a pepino um pouco forte. Refrescante, possui um ligeiro travo a sal.
As flores da borragem têm ainda o condão de atrair abelhas e outros insetos úteis à horta.
A borragem é uma planta anual. Deve ser semeada no inverno.
No meu jardim a borragem passa a fazer parte da minha coleção de plantas aromáticas, medicinais e condimentares.
Rafael Carvalho / fev2014

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Erva-besteira, do meu jardim…



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Entre as plantas da nossa flora autóctone, a erva-besteira (Helleborus foetidus) é para mim uma descoberta feliz.
Intrigam-me as suas flores de cor verde.
Com floração precoce, nesta altura do ano a erva-besteira alegra o meu jardim.
Rafael Carvalho / fev2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Sementes de Portugal

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Viveiros e jardineiros…


… Já por aqui tenho feito referência a empresas que de uma forma ou outra promovem o uso de plantas autóctones.

Se a empresa for nacional, tanto melhor – comprar nacional desenvolve a economia pátria; as plantas produzidas em Portugal a partir dos nossos recursos genéticos têm maior garantia de adaptação.

Sementes de Portugal - clique aqui para aceder ao blogue da empresa, ou mesmo aqui para se ligar diretamente ao catálogo de sementes 2013/14.

Rafael Carvalho / jan2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Guia de Propagação de Árvores e Arbustos Ribeirinhos

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Guia de Propagação de Árvores e Arbustos Ribeirinhos - Um Contributo para o Restauro de Rios na Região Mediterrânica

M. Aranzazu Prada e Daniel Arizpe (Editores)

Descarregue o documento (12,5 Mb) clicando aqui.

(obrigado ao Paulo,  leitor deste blogue, por me ter relembrado a existência deste guia)

domingo, 19 de janeiro de 2014

Calêndula (Calendula officinalis)



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A calêndula, enquanto planta autóctone, é para mim uma descoberta relativamente recente.
Na minha rua, em pleno sol ou mesmo à sombra, a calêndula ocupa extensas faixas da berma da estrada.
Com um aspeto algo exótico, julgava-a mal comportada, evadida na certa de algum jardim das redondezas.
Como me enganei! Só dei pelo equívoco quando numa conversa com uma amiga sobre plantas silvestres comestíveis, me referiu as potencialidades das pétalas de calêndula na guarnição de saladas. Tal facto induziu-me a investigar e, pois é… é autóctone, é nossa a calêndula!
Para além das suas potencialidades gastronómicas, a calêndula é uma planta medicinal, sendo ainda usada como corante têxtil e alimentar, bem como na indústria cosmética.
Resistente à geada, à neve e à secura, a calêndula cresce em qualquer recanto sem qualquer trato especial.
Benefício atualmente da presença da calêndula no meu jardim. Em pleno inverno, alegra o espaço envolvente com a sua quente floração. As suas pétalas têm tornado mais alegres as saladas lá de casa. As folhas apesar de comestíveis são amargas pelo que nas saladas dispenso a sua presença.
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Nome vulgar: Calêndula; Belas-noites; Boas-noites; Maravilhas.
Família botânica: Asteraceae.
Nome científico: Calendula officinalis.
Distribuição Geral: Sul da Europa
Distribuição em Portugal: todo o território nacional.
Habitat: ruderal.
Floração: alargada a quase todo o ano.
Características:
Trata-se de uma planta herbácea anual, com caules pilosos e folhas aveludadas. A calêndula apresenta caules ramificados, podendo atingir os 50 cm de altura. As folhas inferiores são espatuladas e as caulinares são lanceoladas e alternadas. As suas inflorescências são capítulos, com flores de cor amarela ou laranja, perfumadas, semelhantes às das margaridas. As suas flores abrem ao nascer do sol e fecham ao entardecer.
A calêndula deve ser cultivada em pleno sol. No jardim, a calêndula pode formar maciços e bordaduras. Pode ainda ser cultivada em vasos. Também é cultivada como flor de corte. As flores são comestíveis e ideais para colorir saladas e pratos frescos. Existem diversos cultivares. A calêndula é considerada uma espécie rústica, resistente ao frio e à estiagem. É pouco exigente no que respeita ao tipo de solo, ainda que prefira solos argilosos, férteis, bem drenados, ricos em matéria orgânica e permeáveis. Multiplica-se por semente. Uma vez instalada propaga-se espontaneamente nos anos seguintes.
Rafael Carvalho / jan2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Saudades…

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As estações do ano sucedem-se… 
Onde para o céu azul?!
Com os meus castanheiros agora despidos, sinto saudades do fogo outonal.
Rafael Carvalho / jan2014

domingo, 12 de janeiro de 2014

Hipericão-do-Gerês / autoprenda de Natal…





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Desejava há muito ter um Hipericão-do-Gerês. Por alturas do Natal, de passagem por Vila Nova de Gaia comprei um exemplar no Cantinho das Aromáticas, espaço ao qual recomendo uma visita.
Como uma desgraça nunca vem só, acabei por adquirir um cabaz de plantas aromáticas, medicinais e condimentares, muitas delas espécies autóctones que ainda não tinha no meu jardim. Pretendo agora alegrar o espaço que envolve a minha horta. Por regra estas plantas são fáceis de manter, atraem os insetos benéficos e repelem os nocivos.
Cheiro, paladar, … Com estas plantas também pretendo desafiar os sentidos.
Rafael Carvalho / jan2014