quinta-feira, 20 de março de 2014

Palmeira-anã, do meu jardim…

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Está cada vez mais viçosa a minha palmeira-anã. Trouxe-a do algarve há cerca de quinze anos, terra onde ocorre naturalmente.
Durante muito tempo mantive-a envasada. Agora em terra livre é vê-la crescer!...
Rafael Carvalho / mar2014

domingo, 16 de março de 2014

Salgueiro florido...



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Está em flor o salgueiro do meu charco.

As flores do salgueiro lembram-me os tentáculos urticantes da anémona. Na Beira Litoral, de onde sou natural, chamam-lhes bichaneiras, uma alusão à forma de bicho, anémona ou não.
Rafael Carvalho / mar2014

quarta-feira, 12 de março de 2014

quinta-feira, 6 de março de 2014

Pneu usado, canteiro de aromáticas…







 



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Como solução para ampliar a minha área de aromáticas, construí canteiros recorrendo a pneus usados. Gastei zero euros.
Para maximizar a área correspondente à superfície de cada pneu, em cada um deles retirei uma das faces. O procedimento é fácil recorrendo a uma simples faca de cozinha. Um tico-tico de serrar madeira poderá dar uma ajuda.
Para facilitar a drenagem da água, recorrendo a um berbequim fiz vários furos na face oposta de cada pneu.
Alguns dos pneus já têm inquilinos. Os restantes serão brevemente ocupados.
Após o enchimento com terra, foi feita uma cobertura de folhas, vestígios do outono passado. As folhas evitam o desenvolvimento de ervas daninhas, mantêm a humidade da terra e a sua decomposição resulta em fertilizante.
Rafael Carvalho / mar2014

segunda-feira, 3 de março de 2014

Prímulas, do meu jardim…

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Com a sua floração precoce, a prímula (Primula vulgaris) é uma das primeiras plantas a anunciar a proximidade da primavera, daí o seu nome.
Tenho várias prímulas no meu jardim. Por lá não se têm dado nada mal!
Sombra parcial e alguma humidade são a chave do sucesso da integração das prímulas no meu jardim, condições próximas das do habitat onde naturalmente ocorrem.
Rafael Carvalho / mar2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Erva-besteira, o fascínio continua…





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No início do mês, fiz aqui referência às ervas-besteiras do meu jardim. Se na altura estava fascinado, pasmado agora continuo.
Já não é só o profuso verde da erva-besteira a prender-me a atenção. Como que pintados à pressa, os seus borratados lábios rubros mechem comigo, e não só! Leviana, a erva-besteira atrai uma legião de abelhões, inebriados por uma fragrância que eu não deteto.
A adivinhar pela sua presença noutros jardins, a admiração pela erva-besteira estende-se a outros humanos.
No Alto-Douro onde habito, conheço vários locais onde existem populações selvagens da erva-besteira. Curiosamente o povo não lhe reconhece qualquer valor ornamental, não sendo notada a sua presença nos jardins da região.
Em espaço natural, a erva-besteira faz notar a sua presença junto a cursos de água, frequentemente sob o coberto de árvores de folha caduca.
Rafael Carvalho / fev2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Esperança…


 
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Haja esperança!
Apesar do inverno teimar em não nos querer deixar, a primavera já espreita no meu jardim.
Rafael Carvalho / fev2014