sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Girassóis


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Em qualquer horta ou em qualquer jardim, autóctone ou não, fica sempre bem um girassol.
O girassol não consola só a nossa vista! As suas sementes também sossegam o estômago da passarada!...
Rafael Carvalho / ago2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Medronhos negros

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Diversidade é o meu lema. Esta máxima também se aplica na minha horta.
Para semear no próximo ano, já tenho sementes de tomates negros da Crimeia. Negros também estão alguns dos meus medronhos. Será contagio?
Rafael Carvalho / ago2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Autóctones na bagagem

Armeria welwitschii
Após alguns dias de descanso em São Pedro de Moel, regresso a casa.
Não trago só saudades. Na bagagem transporto comigo algumas plantas autóctones portuguesas, a adicionar à na minha coleção - Armeria welwitschii; sanguinho-das-sebes (Rhamnus alaternos); funcho-marítimo (Crithmum maritimum); narciso-das-areias (Pancratium maritimum); doce-amarga (Solanum dulcamara); Carex pendula.
Sendo a Armeria welwitschii, o narciso-das-areias e o funcho-marítimo exclusivos do litoral, sinto alguma curiosidade sobre a forma como se adaptarão às terras do interior.
A Carex pendula e a doce-amarga também existem nos cursos de água da minha região - trouxe-os por uma questão de oportunidade.
Não sendo esta a época a mais apropriada para o transplante, não lhes faltarei com água.
Rafael Carvalho / ago2014

domingo, 27 de julho de 2014

Turbit-da-terra / recolha de sementes

Relativamente às herbáceas, o verão é a estação mais propícia à recolha de sementes.
Do turbit (Thapsia villosa) da imagem, recolhi este ano sementes para serem semeadas no próximo inverno. No ano passado, sem qualquer preocupação acrescida, limitei-me a lançar as sementes à terra – nada nasceu. Este ano farei diferente – vou semeá-las em cuvetes para posterior transplante.
Rafael Carvalho / jul2014

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Madressilva, do meu jardim




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Sinto carinho por todas as plantas do meu jardim. Existem contudo algumas que pelo seu historial ou pela sua beleza têm da minha parte uma atenção especial. A madressilva (Lonicera etrusca) da imagem, é uma delas.
Multicolorida, a sua floração é de uma formosura estonteante. O odor adocicado que liberta, embebeda-me a mim e aos insetos que nas suas flores chafurdam.
Quem passa na rua, gaba-me a madressilva. Quando me perguntam onde podem comprar uma igual, aponto-lhes com o dedo (indicador) para o monte, “viveiro” que forneceu a esmagadora maioria das plantas do meu jardim. Julgam-me doido, não acreditam! Como poderia o agreste monte parir tal preciosidade?!
Rafael Carvalho / jul2014

domingo, 20 de julho de 2014

Luta pela sobrevivência, no meu jardim!...





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Com um enredo digno de um documentário BBC - Vida Selvagem, a toda a hora se trava uma luta pela sobrevivência, no meu jardim. E eu a observar…
Joaninhas, comendo pulgões pastoreados por formigas…
Melros revolvendo os meus ricos canteiros à procura de invertebrados…
Sardões e sardaniscas acoitados entre os melíferos rosmaninhos, emboscando insetos…
Desta feita a vítima foi uma das minhas muitas roseiras-bravas. Fizeram dela banquete as curiosas lagartas da imagem. Se alguém as conseguir identificar, agradeço a gentileza.
Confesso que estas lagartas me deixaram intrigado, como intrigados ficarão os possíveis predadores, técnica de despiste também utilizada por outros animais.
Em que extremidade fica a cauda? Então e a boca?! Procure-se, afinal a resposta não é assim tão difícil.
Entre tanta pinta, onde estão as patas?! Vá, não desista!
E o que dizer da pose de contorcionista?!
Após tanta interrogação seguida de exclamação, perdeu o apetite o predador.
Rafael Carvalho / jul2014

domingo, 13 de julho de 2014

Secador de aromáticas

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Suspenso no teto do telheiro, no inverno o meu estendal enxuga-me a roupa. No verão seca-me as aromáticas.
Entre aromáticas, condimentares e medicinais conto mais de quatro dezenas.
Rafael Carvalho / jul2014