quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sobreiros com cortiça, cortiça mesmo...


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Sobreiros com cortiça, cortiça mesmo...
Todos os sobreiros são revestidos a cortiça. O título deste post, não passa pois de um jogo de palavras.
Acontece que dado o valor desta matéria prima, quase todos os sobreiros são periodicamente descortiçados. Encontrar um sobreiro vestido a rigor é pois caso raro. O sobreiro da imagem encontrei-o ontem no Parque da Lavandeira - VNGaia.
Rafael Carvalho / ago2014

domingo, 24 de agosto de 2014

Manual de Boas Práticas para a Biodiversidade Agricola



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Fruto de uma parceria entre a LPN - Liga Para a Proteção da Natureza e a CAP - Confederação de Agricultores de Portugal e financiado pelo Programa para a Rede Rural Nacional, este manual editado em Julho de 2013 pretende contribuir para a disseminação de medidas concretas de promoção da biodiversidade em meio agrícola.

Descarregue o documento (2,09 Mb) clicando aqui.

domingo, 17 de agosto de 2014

Rã-verde com a boca na botija



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São várias as rãs presentes no meu charco.
Quanto à rã da imagem, tem uma estratégia de emboscada curiosa – acoita-se entre as pétalas dos nenúfares, saltando-lhe a mola à passagem dos insetos. Na primeira imagem está a rã de estômago vazio. Na última imagem já está de papo cheio. É tão rápida que embora configure a máquina para disparos múltiplos, ainda não consegui fotografar a etapa intermédia, ou seja a rã com a boca na botija.
Rafael Carvalho / ago2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Murta (Myrtus communis)



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Mais frequente no Centro e Sul do país, foi com algum espanto que há alguns anos verifiquei a existência da murta mais a Norte. Não é difícil encontrá-la no vale do Douro, de Gaia a Castelo de Paiva, zona onde verifiquei a existência de vários núcleos deste arbusto. No que ao Douro respeita, parece que a murta penetra ainda mais para o interior, sendo validada a sua presença na minha região de residência (Armamar), pelo portal Flora On, sem que contudo nunca tivesse tido eu a felicidade de lhe pôr os olhos em cima (excluo evidentemente os pés de murta do meu jardim).
Aromática, a murta do meu jardim alegra-me o espaço. Gosto das suas flores e das suas bagas tintas.

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Nome vulgar: murta; mirta; mirto; murta-ordinária; murteira; murtinho, gorreiro, mata-pulgas.
Família botânica: Myrtaceae
Nome científico: Myrtus communis.
Distribuição Geral: Região Mediterrânica, Macaronésia, Próximo Oriente, Centro Asiático.
Distribuição em Portugal: dispersa praticamente por todo o território continental, com especial intensidade no Centro e Sul do país.
Habitat: Matos e matagais xerofíticos, em orlas ou sob coberto de bosques e povoamentos florestais abertos. Por vezes ripícola.
Floração: junho a outubro.
Características:
Arbusto perenifólio muito ramificado que pode atingir 5 m de altura. Possui folhas ovado-lanceoladas muito aromáticas, opostas, levemente coriáceas e lustrosas na página superior. Também aromáticas são as suas flores brancas, solitárias, axilares e pedunculadas, com imensos estames. Comestíveis, os seus frutos são bagas ovoides ou subglobosas, coroados, negros ou azuis escuros. A essência de murta é ingrediente de muitos perfumes e cosméticos. É ainda frequentemente usada como condimento. Tem valor medicinal. Rica em taninos a murta é usada na indústria dos curtumes.
Muito ornamental é já há muito usada em jardins, preferencialmente em sebes ou em grupos arbustivos. A sua presença fomenta a biodiversidade - os insetos deliciam-se com o néctar das suas flores; as suas bagas alimentam a passarada. Propaga-se por semente no inverno, por estacas semi-lenhificadas em junho / julho ou por estacas lenhificadas do crescimento desse ano, em novembro. Também se propaga por mergulhia.
Rafael Carvalho / ago2014

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Autóctones na Cova de Iria, pois claro!


azinheira

Dez de agosto de 2014, ontem mesmo, fui a Fátima com a família.
Por lá contava encontrar azinheiras – omnipresentes, lá estavam elas. O que não contava é que as espécies usadas nos jardins do santuário fossem quase exclusivamente autóctones.
Azinheiras (muitas, não tivessem as azinheiras sido uma peça chave nas aparições), loureiros, padreiros, zambujeiros, pereiras-bravas, freixos, pilriteiros, folhados, medronheiros, sobreiros, lódãos, aroeiras, buchos, pinheiros-mansos, ulmeiros, carvalho-português. Curiosamente, no seio delas, encontrava-se o cedro do Buçaco (Cupressus lusitanica), uma exótica com nome luso.
Jardim autóctone na Cova de Iria, confesso que desconhecia.
Rafael Carvalho / ago2014

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Girassóis


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Em qualquer horta ou em qualquer jardim, autóctone ou não, fica sempre bem um girassol.
O girassol não consola só a nossa vista! As suas sementes também sossegam o estômago da passarada!...
Rafael Carvalho / ago2014