sábado, 30 de agosto de 2014

Semillas Silvestres

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Recursos Vegetales Ibéricos para la Conservación de la Diversidad
"Semillas Silvestres, S.L. con más de veinte años de experiencia en la producción de semillas autóctonas ibéricas es la empresa española de referencia en el sector. Especializados en la recolección de semillas de poblaciones silvestres de toda la Península Ibérica, suministra y asesora en la elaboración de mezclas de semillas para restauración, ecojardinería, paisajismo y la recuperación de biodiversidad en cultivos agrícolas."
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Aceda diretamente ao catálogo 2013/14 clicando aqui.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sobreiros com cortiça, cortiça mesmo...


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Sobreiros com cortiça, cortiça mesmo...
Todos os sobreiros são revestidos a cortiça. O título deste post, não passa pois de um jogo de palavras.
Acontece que dado o valor desta matéria prima, quase todos os sobreiros são periodicamente descortiçados. Encontrar um sobreiro vestido a rigor é pois caso raro. O sobreiro da imagem encontrei-o ontem no Parque da Lavandeira - VNGaia.
Rafael Carvalho / ago2014

domingo, 24 de agosto de 2014

Manual de Boas Práticas para a Biodiversidade Agricola



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Fruto de uma parceria entre a LPN - Liga Para a Proteção da Natureza e a CAP - Confederação de Agricultores de Portugal e financiado pelo Programa para a Rede Rural Nacional, este manual editado em Julho de 2013 pretende contribuir para a disseminação de medidas concretas de promoção da biodiversidade em meio agrícola.

Descarregue o documento (2,09 Mb) clicando aqui.

domingo, 17 de agosto de 2014

Rã-verde com a boca na botija



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São várias as rãs presentes no meu charco.
Quanto à rã da imagem, tem uma estratégia de emboscada curiosa – acoita-se entre as pétalas dos nenúfares, saltando-lhe a mola à passagem dos insetos. Na primeira imagem está a rã de estômago vazio. Na última imagem já está de papo cheio. É tão rápida que embora configure a máquina para disparos múltiplos, ainda não consegui fotografar a etapa intermédia, ou seja a rã com a boca na botija.
Rafael Carvalho / ago2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Murta (Myrtus communis)



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Mais frequente no Centro e Sul do país, foi com algum espanto que há alguns anos verifiquei a existência da murta mais a Norte. Não é difícil encontrá-la no vale do Douro, de Gaia a Castelo de Paiva, zona onde verifiquei a existência de vários núcleos deste arbusto. No que ao Douro respeita, parece que a murta penetra ainda mais para o interior, sendo validada a sua presença na minha região de residência (Armamar), pelo portal Flora On, sem que contudo nunca tivesse tido eu a felicidade de lhe pôr os olhos em cima (excluo evidentemente os pés de murta do meu jardim).
Aromática, a murta do meu jardim alegra-me o espaço. Gosto das suas flores e das suas bagas tintas.

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Nome vulgar: murta; mirta; mirto; murta-ordinária; murteira; murtinho, gorreiro, mata-pulgas.
Família botânica: Myrtaceae
Nome científico: Myrtus communis.
Distribuição Geral: Região Mediterrânica, Macaronésia, Próximo Oriente, Centro Asiático.
Distribuição em Portugal: dispersa praticamente por todo o território continental, com especial intensidade no Centro e Sul do país.
Habitat: Matos e matagais xerofíticos, em orlas ou sob coberto de bosques e povoamentos florestais abertos. Por vezes ripícola.
Floração: junho a outubro.
Características:
Arbusto perenifólio muito ramificado que pode atingir 5 m de altura. Possui folhas ovado-lanceoladas muito aromáticas, opostas, levemente coriáceas e lustrosas na página superior. Também aromáticas são as suas flores brancas, solitárias, axilares e pedunculadas, com imensos estames. Comestíveis, os seus frutos são bagas ovoides ou subglobosas, coroados, negros ou azuis escuros. A essência de murta é ingrediente de muitos perfumes e cosméticos. É ainda frequentemente usada como condimento. Tem valor medicinal. Rica em taninos a murta é usada na indústria dos curtumes.
Muito ornamental é já há muito usada em jardins, preferencialmente em sebes ou em grupos arbustivos. A sua presença fomenta a biodiversidade - os insetos deliciam-se com o néctar das suas flores; as suas bagas alimentam a passarada. Propaga-se por semente no inverno, por estacas semi-lenhificadas em junho / julho ou por estacas lenhificadas do crescimento desse ano, em novembro. Também se propaga por mergulhia.
Rafael Carvalho / ago2014

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Autóctones na Cova de Iria, pois claro!


azinheira

Dez de agosto de 2014, ontem mesmo, fui a Fátima com a família.
Por lá contava encontrar azinheiras – omnipresentes, lá estavam elas. O que não contava é que as espécies usadas nos jardins do santuário fossem quase exclusivamente autóctones.
Azinheiras (muitas, não tivessem as azinheiras sido uma peça chave nas aparições), loureiros, padreiros, zambujeiros, pereiras-bravas, freixos, pilriteiros, folhados, medronheiros, sobreiros, lódãos, aroeiras, buchos, pinheiros-mansos, ulmeiros, carvalho-português. Curiosamente, no seio delas, encontrava-se o cedro do Buçaco (Cupressus lusitanica), uma exótica com nome luso.
Jardim autóctone na Cova de Iria, confesso que desconhecia.
Rafael Carvalho / ago2014