quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Porque não só de autóctones, vive o meu jardim…

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Num outono agora chuvoso, há que aproveitar as poucas nesgas de sol.
Na imagem, secando ao sol tenho amendoins, batatas-doces, sementes de tomate e malaguetas das Américas. A erva-príncipe que deu origem ao ramalhete do canto superior esquerdo, veio da Ásia. Ainda existe espaço para um tupperware com tomilho-limão, um híbrido de criação humana.
Se o meu jardim é autóctone, é exótica a maior parte da minha horta.
Rafael Carvalho / Nov2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Sebe biodiversa, a do meu jardim…



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Lodão, freixo, giesta amarela, azinheira, sargacinha, roseira-brava, medronheiro, zelha, giesta branca, rosmaninho, …
São várias as espécies autóctones presentes na sebe que limita o meu jardim. A imagem ilustra apenas alguns metros dos cento e muitos que a sebe tem.
São dez as espécies existentes na fotografia, das várias dezenas que a sebe possui em todo o seu comprimento.
Quanto ao marmeleiro, é evidentemente uma exótica. Na presença de tão ilustres companheiros, regozija-se presenteando-me com sadios e bons marmelos.
Biodiversa, a sebe do meu jardim consola-me a vista. Com alimento e abrigo à disposição, a bicharada prolifera – saltam coelhos, cantam os pássaros, zumbem os insetos. De vez em quando avisto um ou outro anfíbio; os répteis também são convidados.
Rafael Carvalho / out2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Ralos abrunhos-bravos, no meu jardim...

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Longe do fulgor doutros outonos, os meus abrunheiros-bravos este ano pouco brilham. Por serem ralos os seus frutos, perde-se o esplendor do conjunto.
Considerados os frutos individualmente, não vejo diferença. Continuam belos os meus abrunhos-bravos!
Rafael Carvalho / out2014

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Chicória (Cichorium intybus)




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Planta ruderal, comum nas bermas das nossas estradas, a chicória foi das primeiras plantas a criarem em mim o sentimento de fascínio.
No final do verão, antes de entrar no período de dormência, a chicória presenteia-nos com a sua bela floração. A ramagem desengonçada e desinteressante que sustenta as suas flores, contribui para enfatizar a sua beleza.
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Nome vulgar: almeirão; Chicória-amarga; chicória-do-café.
Família botânica: Asteraceae.
Nome científico: Cichorium intybus.
Distribuição Geral: região mediterrânica, grande parte da Europa.
Distribuição em Portugal: frequente em todo o país, com especial intensidade no Centro Litoral.
Habitat: Espécie ruderal presente em terrenos baldios, bermas de caminhos e campos agrícolas cultivados ou incultos..
Floração: junho a setembro.
Características:
Erva bianual ou perene, a chicória é utilizada na alimentação e como planta medicinal. A sua altura pode atingir os 120 cm. Muito ramosa possui, ao nível da base, folhas lanceoladas de bordos sinuosos distribuídas em roseta. As flores, reunidas em inflorescências, são intensamente azuis. As flores surgem nos caules praticamente despidos de folhas. As flores fecham ao final do dia. A chicória produz frutos secos com uma só semente. A sua raiz é um tubérculo que depois de moído e torrado é utilizado na produção de substitutos do café.
As flores da chicória são muito ornamentais, não sendo de descorar o seu possível uso em jardinagem. As suas flores atraem vários tipos de insetos.
Rafael Carvalho / out2014