terça-feira, 18 de novembro de 2014

Rubros medronhos, do meu jardim…




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Aqui no Alto-Douro apelidados de morangueiros, medronheiros no meu jardim não faltam!
Com os seus tons rubros, os medronhos alegram-me o espaço no outono.
Por aqui há quem os aproveite para fazer compota. Também há quem os destile para fazer aguardente. Enquanto eu não me decido a fazer uma ou outra coisa, a passarada avança. Não sei se será da embriaguez, mas o passaredo tem andado mais feliz por estas bandas.
Rafael Carvalho / nov2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Porque não só de autóctones, vive o meu jardim…

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Num outono agora chuvoso, há que aproveitar as poucas nesgas de sol.
Na imagem, secando ao sol tenho amendoins, batatas-doces, sementes de tomate e malaguetas das Américas. A erva-príncipe que deu origem ao ramalhete do canto superior esquerdo, veio da Ásia. Ainda existe espaço para um tupperware com tomilho-limão, um híbrido de criação humana.
Se o meu jardim é autóctone, é exótica a maior parte da minha horta.
Rafael Carvalho / Nov2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Sebe biodiversa, a do meu jardim…



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Lodão, freixo, giesta amarela, azinheira, sargacinha, roseira-brava, medronheiro, zelha, giesta branca, rosmaninho, …
São várias as espécies autóctones presentes na sebe que limita o meu jardim. A imagem ilustra apenas alguns metros dos cento e muitos que a sebe tem.
São dez as espécies existentes na fotografia, das várias dezenas que a sebe possui em todo o seu comprimento.
Quanto ao marmeleiro, é evidentemente uma exótica. Na presença de tão ilustres companheiros, regozija-se presenteando-me com sadios e bons marmelos.
Biodiversa, a sebe do meu jardim consola-me a vista. Com alimento e abrigo à disposição, a bicharada prolifera – saltam coelhos, cantam os pássaros, zumbem os insetos. De vez em quando avisto um ou outro anfíbio; os répteis também são convidados.
Rafael Carvalho / out2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Ralos abrunhos-bravos, no meu jardim...

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Longe do fulgor doutros outonos, os meus abrunheiros-bravos este ano pouco brilham. Por serem ralos os seus frutos, perde-se o esplendor do conjunto.
Considerados os frutos individualmente, não vejo diferença. Continuam belos os meus abrunhos-bravos!
Rafael Carvalho / out2014