quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Bolotas de carrasco…


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Acho fotogénicas as bolotas do nosso carrasco.
Quanto a carrascos (Quercus coccifera), tenho um no meu jardim. Outros aguardam em vaso pelo transplante – trouxe-os este ano da zona Oeste do país.
Sobreiro, azinheira, carvalho alvarinho, carvalho negral, carvalho português, carvalhiça e carrasco, são várias as quercíneas autóctones que possuo. Falta-me o carvalho de Monchique na coleção.
Rafael Carvalho / dez2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Pré-dormência…

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Debaixo do nevoeiro, adormece o meu lago.
Com a proximidade do inverno, a parte aérea das plantas vai definhando. Já não se houve o coaxar das rãs. Já não vejo o voo rasante das libelinhas.
Em pleno verão, era o meu lago o único ponto de água das redondezas, verdadeiro íman para as aves. Onde param elas agora?!
Rafael Carvalho / nov2014

domingo, 23 de novembro de 2014

23 de Novembro - Dia da Floresta Autóctone

Medronheiros em viveiro - imagem obtida aqui.
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A 23 de novembro, celebra-se na Península Ibérica o Dia da Floresta Autóctone.
Este dia foi criado no sentido de alertar para a importância da conservação das florestas naturais.  Nesta altura do ano as condições climatéricas de Portugal e Espanha são as ideais para se proceder à sementeira ou plantação de árvores. A plantação de árvores neste dia, surge como alternativa ao Dia Mundial da Floresta, 21 de Março, que foi inicialmente criado para os países do Norte da Europa.
Se se quiser associar à iniciativa e não sabe como, adquira um kit "Vale uma árvore", uma parceria Quercus/CTT. A árvore será plantada antes da Primavera de 2015, sendo cuidada durante 5 anos. Receberá ainda notícias e pode acompanhar o bosque onde a sua árvore foi plantada.
O kit "Vale uma árvore", poderá ser comprado na loja online da Quercus.
Rafael Carvalho / nov2014

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Rubros medronhos, do meu jardim…




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Aqui no Alto-Douro apelidados de morangueiros, medronheiros no meu jardim não faltam!
Com os seus tons rubros, os medronhos alegram-me o espaço no outono.
Por aqui há quem os aproveite para fazer compota. Também há quem os destile para fazer aguardente. Enquanto eu não me decido a fazer uma ou outra coisa, a passarada avança. Não sei se será da embriaguez, mas o passaredo tem andado mais feliz por estas bandas.
Rafael Carvalho / nov2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Porque não só de autóctones, vive o meu jardim…

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Num outono agora chuvoso, há que aproveitar as poucas nesgas de sol.
Na imagem, secando ao sol tenho amendoins, batatas-doces, sementes de tomate e malaguetas das Américas. A erva-príncipe que deu origem ao ramalhete do canto superior esquerdo, veio da Ásia. Ainda existe espaço para um tupperware com tomilho-limão, um híbrido de criação humana.
Se o meu jardim é autóctone, é exótica a maior parte da minha horta.
Rafael Carvalho / Nov2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014