segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Continua a queda de folhas, no meu jardim…

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Vive-se cada vez mais em ambientes artificiais: relva sintética; canteiros preenchidos com inertes, sebes postiças, piscinas de ondas…
Quanto a mim, gosto de sentir o pulsar das estações, algo só possível em ambientes naturais. Continua de momento a queda de folhas, no meu jardim…
Rafael Carvalho / dez2014

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Primeiros linces ibéricos foram libertados esta terça-feira em Mértola

Imagem obtida aqui.
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A TSF publicou hoje às 06:32 a notícia passo a transcrever.

Um casal da espécie ameaçada é libertado numa área cercada de dois mil hectares. São os primeiros linces criados em cativeiro a serem reintroduzidos em Portugal.
O casal de linces ibéricos será libertado no parque Natural do Vale do Guadiana, em Mértola. Um dos animais veio do Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico em Silves e o outro de Espanha. Este casal, de uma espécie considerada em sério risco de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza, vai ser libertado numa área cercada de dois mil hectares.
À TSF, o Secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Miguel Castro Neto, diz que este é um marco «único e extraordinário na história da conservação da natureza em Portugal: vamos reintroduzir uma espécie que se extinguiu no país».
Se tudo correr bem, os dois linces poderão sair da zona cercada no final de janeiro e até meio do próximo ano devem ser libertados mais oito animais. O objectivo é que os linces se reproduzam autonomamente para que deixe de ser necessário libertar mais linces criados em cativeiro. Os animais terão todos uma coleira que emite um sinal de GPS para que sejam acompanhados pelo Instituto de Conservação da Natureza.
Do lado dos caçadores, a Federação Portuguesa de Caça considera prematura a decisão de libertar os linces. Jacinto Amaro, o presidente da Federação, diz que a população de coelhos bravos, o principal alimento do lince, não é suficiente para aguentar a competição entre os caçadores e os felinos. Ouvido pela TSF, Jacinto Amaro lembra que «a população de coelhos, por causa da nova estirpe da doença vírica hemorrágica, caiu drasticamente. Não há a mínima condição para os linces se alimentarem da população de coelhos».
Em resposta, o secretário de Estado sublinha que esta federação foi a única das três que representam os caçadores que não assinou o Pacto Nacional para a protecção do lince ibérico, garantindo ainda garante que a zona tem sido monitorizada e que existem 3,5 coelhos por hectare. José Paulo Martins, dirigente da Quercus, também acredita que a alimentação está garantida pois «a região de Mértola é das zonas com maior densidade de coelhos».
A Quercus afirma que encara esta nova fase da reintrodução do lince ibérico em Portugal com alegria mas também com alguma apreensão. José Paulo Martins aponta dois riscos: «sabemos que em Espanha os atropelamentos têm sido uma importante causa de mortalidade. Os animais vão ser introduzidos em zona de caça. Será preciso acompanhar essas situações».
Em Julho, a Quercus assinou, tal como várias associações de caçadores, de produtores agrícolas e a administração pública, o Pacto Nacional para a Conservação do Lince Ibérico. A Federação Portuguesa de Caça não subscreveu esse pacto.
O Secretário de Estado sublinha que o investimento que se fez para reintroduzir os linces em Portugal não serve apenas para beneficiar a espécie e dos habitats mas também para «atrair investimento e visitantes para os territórios desertificados do Interior».

sábado, 13 de dezembro de 2014

Tronco de castanheiro…


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Castanheiros tenho vários, ainda crianças...
Com rugas vincadas, só lamento que o dito não pertença ao meu jardim.
Rafael Carvalho / dez2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Bolotas de carrasco…


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Acho fotogénicas as bolotas do nosso carrasco.
Quanto a carrascos (Quercus coccifera), tenho um no meu jardim. Outros aguardam em vaso pelo transplante – trouxe-os este ano da zona Oeste do país.
Sobreiro, azinheira, carvalho alvarinho, carvalho negral, carvalho português, carvalhiça e carrasco, são várias as quercíneas autóctones que possuo. Falta-me o carvalho de Monchique na coleção.
Rafael Carvalho / dez2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Pré-dormência…

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Debaixo do nevoeiro, adormece o meu lago.
Com a proximidade do inverno, a parte aérea das plantas vai definhando. Já não se houve o coaxar das rãs. Já não vejo o voo rasante das libelinhas.
Em pleno verão, era o meu lago o único ponto de água das redondezas, verdadeiro íman para as aves. Onde param elas agora?!
Rafael Carvalho / nov2014

domingo, 23 de novembro de 2014

23 de Novembro - Dia da Floresta Autóctone

Medronheiros em viveiro - imagem obtida aqui.
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A 23 de novembro, celebra-se na Península Ibérica o Dia da Floresta Autóctone.
Este dia foi criado no sentido de alertar para a importância da conservação das florestas naturais.  Nesta altura do ano as condições climatéricas de Portugal e Espanha são as ideais para se proceder à sementeira ou plantação de árvores. A plantação de árvores neste dia, surge como alternativa ao Dia Mundial da Floresta, 21 de Março, que foi inicialmente criado para os países do Norte da Europa.
Se se quiser associar à iniciativa e não sabe como, adquira um kit "Vale uma árvore", uma parceria Quercus/CTT. A árvore será plantada antes da Primavera de 2015, sendo cuidada durante 5 anos. Receberá ainda notícias e pode acompanhar o bosque onde a sua árvore foi plantada.
O kit "Vale uma árvore", poderá ser comprado na loja online da Quercus.
Rafael Carvalho / nov2014