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domingo, 22 de dezembro de 2013

Feliz Natal!





Pilriteiro, gilbardeira e roseira brava, consolo para a minha vista, alimento para a passarada…
Bolas, bolas e mais bolas, frutos vermelhos de espécies autóctones do meu jardim.
A todos os seguidores deste blogue, desejo um Bom Natal!
Rafael Carvalho / dez2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Chegou o frio, ao meu jardim…


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Chegou o frio ao meu jardim, faz já algumas semanas.
Não me preocupo, porque a esmagadora maioria das plantas que possuo são autóctones e por isso resistentes às agruras do tempo.
Olhando para as imagens que hoje apresento, de cima para baixo temos um tojo (Ulex europaeus), uma gilbardeira, a folha de um carvalho roble e um sargaço. Cobertas de gelo, algumas plantas do meu jardim parecem polvilhadas de açúcar cristalizado.
Rafael Carvalho / dez2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Jardim Suspenso!


 
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Jardim suspenso, até ao dia do degelo. 
Na segunda imagem espreita uma gilbardeira, bem fresquinha, entre alguns pés de escalracho.
Rafael Carvalho / jan2013

sábado, 16 de junho de 2012

A sebe do meu jardim (IV)


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Figura central, visto de outra perspetiva, surge novamente nesta imagem o zimbro do meu último post.
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Relativamente às espécies vegetais que constituem a minha sebe, apresento aqui duas novidades: no canto inferior esquerdo da fotografia um grupo de gilbardeiras (Ruscus aculeatus); no canto superior direito uma giesta branca (Cytisus multiflorus).
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O meu sanganho explode de cor, frente ao envergonhado mas não menos florido rosmaninho. Com o seu véu florido, a giesta branca este ano já me presenteou – noutro post falarei sobre isso. As bagas carnudas do zimbro, alegria para a passarada, já iniciaram o seu desenvolvimento. Também designada de azevinho menor, a gilbardeira com os seus frutos rubros, no jardim e quiçá numa jarra lá de casa, chamará a atenção lá mais para o Natal.
Rafael Carvalho / jun2012

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Gilbardeira (Ruscus aculeatus)



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Estranhamente, o valor ornamental da gilbardeira ainda não foi devidamente reconhecido. Não é fácil encontrá-la em jardins.
A gilbardeira, com os seus frutos vermelhos, é particularmente decorativa na época natalícia que hora atravessamos.
Tenho várias gilbardeiras no meu jardim e estou satisfeito com isso. Propagei-as por divisão do rizoma, no início da primavera. Parece que também é fácil propagar a gilbardeira por semente.
Durante muito tempo a gilbardeira intrigou-me – aparentemente as suas flores, e posteriormente os seus frutos, pendiam do meio das folhas. Coisa estranha! A resposta a este enigma virá mais à frente.
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Nome vulgar: gilbardeira; erva-dos-vasculhos; Gilberdeira; pica-rato; azevinho-menor
Família botânica: Ruscaceae
Nome científico: Ruscus aculeatus
Distribuição Geral: S Europa, Hungria, Turquia e Macaronésia (Açores)
Distribuição em Portugal: praticamente em todo o país
Habitat: Matos e sub-bosques. Prefere os locais frescos e sombrios, não aguentando contudo as geadas em altitudes mais elevadas. Tolera razoavelmente a seca. Surge com frequência nas florestas de sobreiro, de azinheira e de carvalho-roble
Folhagem: persistente
Floração: março a julho
Maturação dos frutos: de agosto a março
Características: Trata-se de um pequeno arbusto de porte compacto que pode atingir 1 m de altura.
O que na gilbardeira aparentam ser folhas são na realidade expansões do caule, designadas por cladódios. É nessas formações que despontam as flores e se formam os frutos, bagas globosas, vermelhas quando maduras.
As raízes e rizomas da gilbardeira são usados em fitoterapia, no tratamento de hemorroidas e varizes. A sua raiz é usada como diurético. Por ser uma planta muito resistente, é usada no fabrico de vassouras.
É muito ornamental e pouco exigente.
Rafael Carvalho / dez2011